
Palmas se destaca no acompanhamento da frequência dos alunos matriculados na rede de ensino público, um dos critérios exigidos pelo Programa Bolsa Família (PBF) do Governo Federal. A Capital tem 99,41%, do total de 28 mil educandos que cumpriram a frequência escolar exigida pelo programa neste primeiro semestre. A notícia foi divulgada e elogiada pela diretora do Departamento de Condicionalidades da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania, Eutália Barbosa, que veio ao Tocantins no início desta semana, para se reunir com representantes dos órgãos parceiros no atendimento dos usuários do PBF.
Eutália Barbosa destacou o trabalho que a educação de Palmas vem realizando em relação ao acompanhamento a condicionalidade referente a área, que promove o acesso e a permanência escolar dos alunos. “Palmas segue com recorrentes taxas da frequência escolar acima de 99%, bem como o cumprimento do público assistido da assiduidade mínima exigida nas aulas, demonstram que o programa está no caminho certo. Os critérios têm contribuído para reforçar a importância da educação na vida das famílias beneficiárias, criando condições para que seus filhos possam ter melhores oportunidades de geração de renda e de trabalho no futuro.”
A secretária da Educação, professora Fátima Sena, acompanhou de perto a reunião com a representante do Governo Federal. Segundo ela, cada registro sobre os motivos do não cumprimento da frequência escolar feito pelas equipes da Secretaria Municipal de Educação (Semed) permite que a gestão faça as intervenções para identificar de fato qual o motivo da ausência do aluno, além das mapear situações de vulnerabilidade social vivenciadas pelas famílias. “Mas um ponto muito positivo para educação de Palmas. O índice de quase 100% de frequência dos alunos acompanhados, indica que estamos no caminho certo, e recarga as energias para toda a equipe continuar promovendo políticas públicas de qualidade”, observa a gestora.
A coordenadora do Programa Bolsa Família na Educação, Wall Theixeira, explica que a equipe técnica da Semed em conjunto com as escolas verificam se o estudante que participa do PBF cumpriu ou não a frequência mínima exigida pelo programa. Se não cumpriu, é necessário indicar o motivo da infrequência. “Fazemos um trabalho minucioso para não haver evasão escolar. Geralmente, os principais motivos da infrequência registrados no Sistema Presença são os casos de tratamento de doença, negligência dos pais ou responsáveis, desmotivação/desinteresse pelos estudos. Mas com as notificações estamos conseguindo reverter grande parte das ocorrências”, cita a coordenadora.
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