
Um livro que acolhe e incentiva, esse é ‘A Borboleta que descobriu seu voar’, o primeiro escrito pela professora Cáritas Gomes de Oliveira. A obra foi lançada na última sexta-feira, 28, na 19ª edição da Roda Literária, evento realizado pela Fundação Cultural de Palmas (FCP), que acontece mensalmente no Núcleo Integrado de Literatura e Artes.
A obra trata-se de uma história infantil que aborda o poder transformador do acolhimento a pessoas com algum tipo de deficiência. Em entrevista, a escritora falou sobre as dificuldades que teve durante a criação da história, que inicialmente começou a ser produzida para um trabalho da faculdade. “Eu comecei esse livro para a faculdade. Até então eu não sabia que eu sabia escrever, porque eu tenho dislexia, eu também sou uma borboleta descobrindo o meu voar, aprendendo a lidar com minhas dificuldades”, explicou Cáritas.
O secretário executivo da FCP, Nélio Lopes, marcou presença na 19ª edição da Roda Literária e destacou o espaço que todos os palmenses têm na cultura. “Eu fico muito contente de ver as pessoas ocupando este espaço que elas têm por direito. Desejo que este livro, que aborda um tema tão importante, possa chegar a muitos lugares e pessoas. Esse é um dos papéis da FCP, divulgar e incentivar nossos artistas”, concluiu Nélio.
A autora
Cáritas Gomes de Oliveira é graduada em pedagogia, com especialização em Neuropsicopedagogia Institucional, atuando como professora das séries iniciais da rede pública municipal de Palmas. No evento, ela deixou claro o motivo pelo qual dedicou sua obra aos seus alunos. “Eu me punia muito por ser uma professora alfabetizadora que não conseguia escrever. Hoje é bom saber que através desse livro eu posso inspirar meus alunos, quero que eles pensem quese a minha professora fez, eu também posso fazer”, concluiu.
‘A Borboleta que descobriu seu voar’ é um livro concebido em família, possui uma narrativa escrita por Cárita e ilustrações feitas pelos seus filhos: Lucas, Heitor e Ana Clara Gomes Almeida, que foram convidados a contribuir com a obra, como uma forma de incentivo à criatividade.
Mediação
A mediação do evento ficou sob responsabilidade do jornalista e escritor Antônio Oliveira, pai da autora. Ele é membro correspondente da Academia de Letras do Sul e Sudeste do Pará e autor dos livros “O Homem Abílio Wolney” (história) e "Eu, Cecília e uma cadelinha de nome Mirna” (romance).
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