
Técnicos da Secretaria Estadual de Saúde (SES-TO) e representantes de municípios tocantinenses reuniram-se, nesta quarta-feira, 19, na sede desta Pasta, para realizar a análise e organização dos pontos de Atenção da Rede de Atenção à Saúde (RAS), para programação macrorregional das ações e serviços de saúde.
A superintendente de Gestão e Acompanhamento Estratégico da SES-TO, Luiza Regina Dias Noleto, explicou que “o grupo está trabalhando no desenho da rede de atenção para atual necessidade do Estado. Fizemos a Análise Situacional da Saúde que é o um norteador fundamental de todos os processos de planejamento no Sistema Único de Saúde. Esta atividade aconteceu por meio do projeto do Planejamento Regional Integrado, em conjunto com todas as regiões de saúde. A partir disso, foram definidos os desafios do setor saúde e agora vamos desenhar a organização da RAS para as macrorregiões com base nos indicadores e desafios atuais”.
O Planejamento Regional Integrado (PRI) traz as prioridades sanitárias e as áreas da rede de atenção. “No Tocantins após a análise situacional verificou-se a necessidade de um olhar para a saúde materna infantil, doenças do aparelho circulatório, causas externas de morbidade e mortalidade, como acidentes e agressões, doenças respiratórias e outras. Portanto, a organização das redes de atenção tem que levar em conta essas necessidades de saúde da população, o que está causando o adoecimento e buscar soluções. Necessitamos de uma sinergia entre os entes, este é um retrato fidedigno que todos devemos enfrentar nos municípios e nos hospitais”, destacou a diretora de Desenvolvimento e Políticas de Saúde da SES-TO, Ana Maria Kappes.
A secretária municipal de Saúde de Aparecida do Rio Negro, Sebastiana Luiza da Conceição Batista, afirmou que “conhecer a análise situacional da saúde e debater as redes de atenção e de maior relevância para o planejamento das ações. Necessitamos conhecer melhor cada território e as doenças regionais para criar projetos, desenvolver ações, construir espaços discursivos dentro do espaço de saúde para o enfrentamento dos problemas existentes. Acredito que essa regionalização é uma forma de corrigir as desigualdades no acesso ao SUS”, ressaltou a gestora.
Já a secretária municipal de Saúde de Novo Alegre, Marleide Batista, relata que vê nesse processo a oportunidade de construir redes mais equânimes para as regiões de saúde. “ Falando prioritariamente da minha região, o Sudeste, que se encontra com redes extremamente fragilizadas e fragmentadas a ponto de não serem sequer enxergadas, entendo que temos a oportunidade de construir um planejamento que realmente integre e assista os municípios, garantindo uma saúde de qualidade a população do Estado”.
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