
A Fazendinha do Calor Humano se prepara para a maior feira agrotecnológica da Região Norte, a Agrotins 2024, que acontece de 14 a 18 de maio e, este ano, traz o tema: "Bioeconomia: Vida Produzindo Vida". Como unidade demonstrativa fixa, a Fazendinha fica aberta ao pequenos agricultores de Palmas não apenas na época da Feira, mas durante todo o ano, trazendo novas perspectivas para a produção agrotecnológica sustentável, mesmo em pequenas propriedades.
Alinhada ao tema da feira, a Fazendinha do Calor Humano, desenvolvida pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (Seder), da Prefeitura de Palmas, trouxe algumas áreas demonstrativas de plantio que utilizam recursos naturais de forma sustentável, e que podem ser replicadas tanto em pequenas, como em grandes lavouras. A exemplo do campo de mandioca, onde foi utilizado o resíduo de palha do milho que havia sido plantado anteriormente no local. Assim, foi possível realizar o plantio direto das manivas, e o material orgânico servirá de adubo para as novas mudas, fornecendo os nutrientes necessários e gerando economia tanto na compra de insumos quanto na irrigação, uma vez que o material orgânico ajuda a reter água no solo.
Outra forma de Bioeconomia é a plantação de feijão, além de ser rentável, esta variedade é utilizada em plantios rotacionais por conseguir fixar nitrogênio no solo, servindo como preparação para a próxima cultura. O engenheiro agrônomo Evaldo Pereira, responsável pela Fazendinha, explica que o nitrogênio é fundamental para o crescimento das plantas, principalmente na fase inicial, e esse elemento é mais difícil de ser encontrado naturalmente nos solos brasileiros, que necessitam de uma grande quantidade de adubação.
Ainda na mesma linha, a fazendinha trará a exposição de tanques escavados. A água utilizada nos tanques serve para irrigar o plantio de banana e maracujá. Essa água é rica em fósforo e potássio, elementos importantes para o desenvolvimento da cultura.
A Fazendinha do Calor Humano também trará um modelo de estufa, simples e fácil de ser replicado em hortas comunitárias e até mesmo em hortas comerciais, para o desenvolvimento de mudas. A tela difusora vermelha que fica na cobertura ajuda a luz solar a penetrar de forma homogênea, e a tela que fica na lateral, além de ajudar a impedir que pragas prejudiquem as mudas, permite que a luz solar entre mesmo em dias nublados. As telas também servem para proteger as plantas das fortes chuvas.
A Fazendinha trará para a feira a exposição de minivacas, vacas de leite, cabras, peixes em tanques elevados e suspensos, seis variedades de mandioca e cinco variedades de capim forrageiro para nutrição de gados, uma parceria da Seder com a Embrapa. As mandiocas cultivadas na fazendinha servirão como campo multiplicador de manivas. Segundo Evaldo Pereira, a grande dificuldade do pequeno produtor em cultivar mandioca é a falta de manivas de qualidade e o preço delas. E com essa área demonstrativa, o pequeno produtor poderá obtê-las sem custo.
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