
O setor produtivo recebeu com ressalvas a manutenção da taxa Selic (juros básicos da economia) em 13,25% ao ano . Para entidades, os juros altos inibem a recuperação da economia, apesar de serem necessários neste momento para segurar a inflação.
Em comunicado, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que “considera compreensível” a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central em não alterar a Selic. Segundo a entidade, expectativas de inflação estão acima do centro das metas, tanto para 2023 como para 2024. Apesar da necessidade de juros altos agora, a confederação pede que processo de redução comece logo.
“Há mais de um ano que a Selic se encontra em patamar alto o suficiente para inibir a atividade econômica e contribuir para a desaceleração da inflação. E a manutenção da taxa de juros vai intensificar essa desaceleração. Por isso, esperamos que o Copom inicie logo o processo de redução da Selic, para evitar custos adicionais à atividade econômica”, destacou o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, no comunicado.
A confederação destacou que o nível atual da Selic inibe a recuperação da economia. Segundo o comunicado, a taxa real, juros menos a inflação, está em torno de 7,5% ao ano, um dos maiores níveis do planeta. Isso significa 3,5 pontos percentuais acima da taxa de juros neutra da economia, que é aquela que não estimula nem desestimula a atividade econômica. A CNI defende cautela na condução dos gastos públicos para evitar que a Selic permaneça em alto patamar.
Já a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) considerou acertada, diante do aumento das expectativas inflacionárias, a decisão do Banco Central de manter a taxa básica de juros da economia (Selic) em 13,75%.
A entidade avalia “no entanto, que o elevado patamar da taxa de juros tem imposto enormes sacrifícios à atividade econômica. Os sinais de exaustão de importantes setores da economia brasileira estão cada vez mais fortes e com consequências diretas sobre a confiança dos empresários”.
A Firjan destaca que, em momento de grande volatilidade e incerteza global, a redução da taxa Selic depende de uma política fiscal crível e responsável. A federação reitera a necessidade urgente de concretização da agenda de reformas estruturais e de criação de um novo arcabouço fiscal que conduza o país para o equilíbrio das contas públicas. ”Esse é o caminho para que a indústria nacional tenha competitividade suficiente para gerar emprego e renda, tornando o Brasil um país mais forte e competitivo”, informou a Firjan, em nota.
Tocantins Governo do Tocantins abre inscrições para startups apresentarem soluções inovadoras durante a Agrotins 25 anos
Tocantins Governo do Tocantins e parceiros divulgam resultado final de chamada pública com investimento de quase R$ 2 mi para cadeias produtivas estaduais
Tocantins Com apoio do Governo do Tocantins, campanha voltada ao comércio movimentou R$ 180 milhões em 23 municípios do Estado
Tocantins Com apoio do Governo do Tocantins, campanha voltada ao comércio ajudou a movimentar R$ 180 milhões em 23 municípios do Estado
Tocantins Governo do Tocantins comemora resultado positivo de políticas estaduais na geração de mais de 13 mil novos postos de trabalho em 2023
Tocantins Governo do Tocantins participa de premiação de projetos científicos voltados à inovação na indústria
Tocantins Conselho de Desenvolvimento Econômico aprova incentivos fiscais para empresas que vão gerar cerca de 400 empregos no Tocantins
Porto Nacional Reuniões para discutir a aplicação de recursos da Lei Paulo Gustavo serão realizadas nos dias 24 e 26 de abril em Porto Nacional
Economia Taxa de desocupação fica em 8,6% em fevereiro Mín. 18° Máx. 27°